Tinta à base d'água serve para indústria?
Sim, em processos compatíveis com secagem, cura, substrato e desempenho esperados.
Quando migrar de solvente para base d'água?
A migração pede testes de secagem, cura, aderência, aplicação e desempenho no processo real.
Tinta à base d'água tem menor odor?
Em geral, pode ter menor odor e menor presença de solventes, mas a avaliação deve considerar a formulação.
A tecnologia à base d'água serve para aço carbono?
Pode servir, inclusive com foco anticorrosivo, desde que preparo e processo estejam adequados.
Serve para pintura por imersão?
Pode ser desenvolvida para imersão quando a peça, o banho e a produtividade permitem.
A secagem muda em relação ao solvente?
Em alguns casos, há resultados mais eficazes que os de tecnologias à base de solvente; porém, temperatura, ventilação, umidade, camada e linha influenciam o resultado.
Como testar antes de trocar?
O caminho comum é enviar dados para avaliação técnica, preparar a amostra, aplicá-la no processo, avaliar os resultados e ajustar a formulação, se necessário. Depois de novos testes e da aprovação, a empresa realiza a homologação interna.
Base aquosa ajuda em demandas ambientais?
Pode apoiar a redução de solventes e odor dentro da avaliação ambiental, trabalhista ou da SST da empresa.
A tinta precisa de equipamento especial?
Depende da aplicação. Pistola, rolo, imersão e cura devem ser avaliados.
Quais informações do processo enviar para avaliar a troca para base d'água?
Substrato, aplicação, volume, secagem ou cura, exposição, objetivo da troca e necessidade atual.
A Coverti desenvolve fórmula sob medida?
Sim. Sempre que possível, as formulações são ajustadas ao desempenho e ao rendimento esperados, à demanda, ao tipo de substrato, ao processo e às características ou normas aplicáveis antes, durante e depois da produção.
Atende empresas com CNPJ?
Sim. A conversa é técnica e comercial, voltada a empresas com CNPJ.